
O álbum mais recente de Jennifer Lopez não foi bem aquilo que todos esperavam. Seu quinto trabalho de estúdio estreou no fracassado 12° lugar na Bilboard, a pior posição de sua carreira, e não pára por ai. O trabalho da musa teve ainda as piores vendas com apenas 650 mil cópias no mundo, sendo 130 mil vendidas nos EUA. O disco de nome “Brave” (Bravo) recebeu o apelido de “Grave” (Túmulo) por causa do tamanho fracasso.
Mas o que aconteceu? Certamente não foi descaso nem tão pouco falta de qualidade. Após dois anos do excelente álbum “Rebirth”, J-Lo veio com um álbum que lhe faltou identidade sonora. Todas as músicas não só eram muito semelhantes entre si como se apoiavam no estilo de batidas de Black Music exagerados que ainda dominam o cenário musical Americano. Para piorar as coisas a divulgação do álbum foi interrompida devido à gravidez da cantora e o nascimento de seus filhos gêmeos. O álbum não chega a ser ruim, mas poderia ter sido melhor. A primeira música de trabalho, “Do It Well”, demora mesmo para cair no gosto. Talvez no seu retorne J-Lo coloque novamente mais de seu toque especial em suas músicas.

Leandro Ferreira é fã de música pop e tudo o que rola nas pistas desde os nove anos. Apesar disso ouve de tudo um pouco e tenta sempre ter a mente aberta para todo tipo de música.
Valter Ribeiro é fã do bom e velho rock e desde pequeno sabe apreciare e entender todos os instrumentos que compõem uma banda de verdade.
Ambos são estudantes de jornalismo da Universidade Mackenzie de São Paulo.


